Saúde e Segurança no Trabalho


O tema Saúde e Segurança no Trabalho (SST) ganha a cada dia maior visibilidade no cenário mundial, e o governo brasileiro se mobiliza para garantir um melhor ambiente de trabalho para os brasileiros.
Por isso o Ministério da Previdência Social criou o Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional – DPSSO, voltado especialmente para o desenvolvimento de políticas públicas que aprimorem a segurança, saúde e qualidade de vida no trabalho.
Segundo o artigo 19 da Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, “acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou pelo exercício do trabalho do segurado especial, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, de caráter temporário ou permanente”. Pode causar desde um simples afastamento, a perda ou a redução da capacidade para o trabalho, até mesmo a morte do segurado.
Também são considerados como acidentes do trabalho: a) o acidente ocorrido no trajeto entre a residência e o local de trabalho do segurado; b) a doença profissional, assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade; e c) a doença do trabalho, adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente.


ACIDENTES DE TRABALHO: JOVENS MERECEM ATENÇÃO ESPECIAL!

As estatísticas mais recentes disponíveis são claras. Em 2001 o número de acidentes no grupo dos trabalhadores com idades de “menos de 25 anos” quase iguala o grupo de “45 a 54 anos”. Efetivamente, no referido ano aquele grupo etário mais jovem ultrapassou os 43 mil acidentes, sendo 38 mortais. É um pesado tributo a que urge pôr fim ou, pelo menos, reduzir drasticamente.
Um relatório publicado em 2004 pela Agência Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho constata que os jovens trabalhadores com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos têm 50 por cento mais probabilidades de sofrer um acidente de que o trabalhador médio em países industrializados. Os autores do relatório chamam a atenção para o facto de que a maior parte dos jovens entra para o mercado de trabalho com pouca formação na área da prevenção dos riscos profissionais.
Esta realidade levou aquela Agência, representada em Portugal pelo Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (ISHST), a promover a divulgação de vários projetos de “Boas práticas” desenvolvidos em vários países europeus que procuram integrar a saúde e segurança do trabalho na educação. É o caso do Programa Nacional de Educação para a Segurança e Saúde no Trabalho (PNESST) coordenado pelo ISHST, que tem como objectivo promover e apoiar projetos de sensibilização e formação da comunidade educativa e inclusão de conteúdos de segurança e saúde no trabalho nos programas curriculares no sistema educativo e de formação profissional.
Quer a legislação nacional quer o normativo comunitário têm vindo progressivamente a preocupar-se com os jovens trabalhadores e, muito em particular, com os jovens menores de idade. No entanto, e para além do esforço de sensibilização e formação dos jovens para a prevenção, na escola e na formação profissional, é necessário que as empresas, e sobretudo as pequenas empresas, tomem medidas especiais no dia a dia de trabalho.
Especiais, porque, de facto, o jovem trabalhador tem características específicas, nomeadamente quando está a ingressar pela primeira vez no mundo do trabalho.
Há que considerar a sua maneira de encarar o risco, as competências adquiridas, o contacto “a sério”, e pela primeira vez, com o posto e o local de trabalho, a disciplina de horários, a utilização dos equipamentos de trabalho, a sua idade e constituição física e muitos outros aspectos que é necessário ter em conta na gestão do trabalho.
Podemos, assim, afirmar que o serviço ou o responsável pela saúde e segurança na empresa deve organizar um acompanhamento específico para os jovens trabalhadores. Nomeadamente:
Direção-geral de Estudos, Estatística e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. 1/2
Acolhimento na empresa e enquadramento no posto de trabalho dos jovens. De salientar o papel das chefias e dos serviços de segurança e saúde no trabalho, nomeadamente na avaliação de riscos;
Informação e formação sobre eventuais riscos e medidas de prevenção e proteção;
Exames de saúde previstos no Código do Trabalho, nomeadamente para os menores. A responsabilidade técnica da vigilância da saúde cabe ao médico do trabalho;
Atenção especial na eventual movimentação manual de cargas que deve ter em conta os pesos máximos estabelecidos na legislação3 e a idade do jovem. Utilizar de preferência os meios mecânicos. Caso o jovem tenha menos de 16 anos apenas pode desempenhar trabalhos leves.
Não distribuir aos jovens tarefas ou funções com riscos acrescidos ou que envolvam processos ou produtos perigosos. Para os jovens menores de 16 anos a lei referencia concretamente as atividades, processos e condições de trabalho proibidos4. Não devem ser estimulados, antes pelo contrário, comportamentos de risco do próprio jovem trabalhador.
Logo que possível, estabelecer uma situação estável e de segurança no emprego. O vínculo precário contribui para as condições de insegurança.
Daqui se depreende que a segurança e saúde dos jovens trabalhadores exige uma cultura preventiva na empresa e o efetivo funcionamento de estruturas de segurança e saúde no trabalho.
As medidas acima referidas parecem simples mas exigem uma gestão que integre a prevenção dos riscos profissionais. É a vida e integridade física e psíquica dos jovens trabalhadores que está em causa. A empresa e toda a sociedade perdem econômica e socialmente com os milhares de jovens que todos os anos entram nas estatísticas da sinistralidade laboral.
Para mais informações contacte o Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em w.ishst.pt
António Brandão Guedes
Gabinete de Comunicação e Imprensa Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho
Regulamentação do Código do Trabalho. Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho (art.º 245). Decreto-lei n.º 330/93, de 25 de Setembro. Regulamentação do Código do Trabalho. Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho (arts. 116 a 126). 2/2


Existe?




Pesquisa sobre empreendedorismo no Senac!



Foi realizada uma pesquisa entre os alunos do Senac, a qual 5 alunos responderam. Veja os gráficos correspondente a pesquisa.


Você sabe o que é empreendedorismo?















Você conhece algum empreendedor?















Você se acha um empreendedor?



















Você acha que o empreendedorismo é importante não só para o Brasil mas para o mundo?















Justificativas:
Porque é uma inovação, dependendo do que criarem pode gerar empregos ou uma melhora na qualidade de vida.


Porque acha importante haver jovens empreendedores?


















Você sabe quais são as principais características dos empreendedores?
Respostas:

Foco
Capacidade de inovar
Criatividade
Sonhar
Responsabilidade
Comunicação
Trabalho em equipe



Filho de migrantes do Nordeste abre marcenaria em São Paulo

 O programa “Pequenas Empresas e Grandes Negócios”conta a história de Jucielton José dos Santos. Ele é filho de família de migrantes do Nordeste. E hoje tem uma marcenaria e se orgulha de ser um empreendedor.

Impressora 3D faz balas de goma de formas variadas




As impressoras 3D já são uma tendência em todo mundo. Podem criar sapatos, carros e até casas. Agora, um modelo alemão imprime um produto mais simples, mas interessante: balas de goma em vários formatos.
A impressora demora entre 3 e 10 minutos para fazer as balas. Por enquanto, 12 desenhos diferentes de doce, com formatos de polvos, borboletas, corações e chaves, estão disponíveis.

Algumas das opções, como a do polvo, são tridimensionais. 
A princípio, é possível encontrar os doces na loja Magic Candy Factory, em Berlim. Lá, as guloseimas custam entre 5 e 10 euros. Ainda não há nenhuma informação sobre a chegada de operações, ou da venda da impressora, em outros países.

São Paulo terá uma semana de eventos de empreendedorismo e inovação!

Realizado em novembro, São Paulo Tech Week terá workshops e palestras para diversos tipos de empreendedores
A capital paulistana recebe entre os dias 03 e 09 de novembro a primeira edição da São Paulo Tech Week, semana destinada a realização de eventos relacionados a inovação e tecnologia em diversos locais da cidade.
Além do CASE, evento organizado pela Associação Brasileira de Startups, iniciativas atenderão a diferentes tipos de empreendedores.
“O empreendedor que já está em um nível mais engajado poderá ir a eventos específicos como o Fintech, e o Wearebles Festival. Já para o público que ainda está conhecendo a área teremos eventos mais atrativos como a Batalha de Robôs ou o X-Drones, onde será possível pilotar os equipamentos e conhecê-los melhor”, diz Michel Porcino, da São Paulo Negócios.
Outra característica do projeto é tentar aproximar as pessoas que normalmente não têm contato com o mundo da tecnologia. “Teremos o Rodada Hacker, por exemplo, que serão oficinas de programação destinadas a mulheres em 10 pontos da cidade durante o fim de semana. Outro evento interessante é o Arrastart, da Ong Arrastão, que levará palestras sobre tecnologia e empreendedorismo pra jovens de comunidades carentes”, afirma.
Segundo Guilherme Junqueira, da ABStartups, o principal objetivo da SPTW é colocar definitivamente a cidade no mapa mundial do empreendedorismo e da tecnologia. “Essa colaboração das iniciativas pública e privada é vital para o posicionamento global de São Paulo como cidade acolhedora desse tipo de empresas”, afirma.
Organizado pela São Paulo Negócios e pela Investe São Paulo, a SPTW conta ainda com 30 eventos promovidos pelo SEBRAE, além de parcerias com empresas como Samsung e Spotfy. Confira todas as informações sobre a iniciativa no site www.saopaulotechweek.com.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2015/09/sao-paulo-tera-uma-semana-de-eventos-de-empreendedorismo-e-inovacao.html

Trabalho prejudica rendimento escolar de adolescentes


Da ONU Brasil
Quem é professor e dá aula à noite sabe da dificuldade de prender a atenção de quem passou o dia trabalhando, sobretudo os alunos adolescentes. A falta de energia se revela não só nos bocejos e olhos semicerrados, mas também no rendimento acadêmico. Quem faz a dupla jornada perde de um trimestre a um semestre de aprendizagem por ano, segundo estudo publicado recentemente pelo Banco Mundial.
Os três autores chegaram a esse resultado depois de analisar o desempenho de 96.170 alunos da rede municipal de São Paulo – a cidade mais rica da América do Sul – ao longo de três anos. Esses jovens tinham em média 14 anos.
A lei brasileira veta o trabalho antes dos 16, exceto quando o adolescente tem mais de 14 anos e está na condição de aprendiz. Ou seja, é contratado por uma empresa que lhe oferece uma formação técnica, respeita os horários da escola e garante os mesmos direitos de qualquer trabalhador. O contrato dura de um a dois anos.
Os autores não focaram nos aprendizes, mas nos jovens vendedores de rua, lavadores de carro e outras ocupações informais urbanas, que exigem e oferecem pouca qualificação. O estudo concluiu que, exaustos depois da jornada de trabalho, os rapazes têm: 29% mais chances de faltar à aula (em comparação com os que não trabalham); 10% mais chances de fazer o dever de casa na escola (em cima da hora da aula); 5% mais chances de entregar o dever de casa com atraso.
Entre as meninas, os percentuais são 14%, 10% e 9%, respectivamente. Já as notas em português e matemática podem ser até 7% menores que as dos demais estudantes.
“A diferença nas notas entre quem trabalha e quem só estuda parece pequena, mas é relevante”, enfatiza Portela. Vale lembrar que o Brasil ficou em 58º lugar em matemática na prova Pisa 2012, feita em 65 países.
“E o desempenho desses adolescentes tende a ser pior pelo resto da vida acadêmica. O estudo mostra que, mesmo quando eles deixam de trabalhar, as notas não melhoram”, completa o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Evasão escolar 
Isso quando os jovens continuam na escola: a evasão escolar no Brasil chegou a 24,3% em 2012, de acordo com o Ministério da Educação.
O trabalho infantil, por sua vez, alcançou os menores patamares da história: de 2012 para 2013, houve queda de 15% no número de crianças de 5 a 13 anos, o que representa menos 486 mil crianças trabalhando. A maior parte delas (63,8%) labutava no campo, em atividades perigosas como a olaria e a carvoaria. No entanto, ainda há 3,1 milhões de empregados nessa faixa etária.
Para os autores, programas como o Bolsa Família – que só transferem o benefício aos pais se os filhos frequentarem a escola – são importantes para aumentar a renda do lar, tirar esses jovens do trabalho e incentivar a frequência. “Mas ainda faltam políticas que facilitem e aumentem o aprendizado dessas crianças”, ressalta Portela, economista que estuda o tema há quase 20 anos.

Crise leva geração Y a enfrentar desemprego pela primeira vez.

Desemprego bateu à porta dos brasileiros com mais intensidade este ano. Jovens consideram que as condições de trabalho pioraram bastante.


     Acostumados a trocar de emprego em busca de desafios e desenvolvimento profissional constantes, a chamada geração Y – jovens nascidos entre as décadas de 80 e 90 – começa a se deparar com o fantasma do desemprego, que começou a bater à porta dos brasileiros com mais intensidade este ano.
     Esses jovens cresceram em um período de prosperidade econômica. Pelo fato de mudarem constantemente de emprego, levaram até as empresas a pensar em estratégias para segurar talentos. Mas agora eles enfrentam a alta na taxa de desemprego no país, que aumenta principalmente entre os jovens.
     Entre maio do ano passado e maio deste ano, o desemprego subiu de 4,9% para 6,7%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E a intensidade desse crescimento foi mais forte entre os jovens de 18 a 24 anos. Nesta faixa de idade, a taxa de desocupação passou de 12,3% em maio de 2014 para 16,4% em 2015. Ainda segundo o IBGE, em maio deste ano, o grupo de 18 a 24 anos representava 32% da população desocupada, e o de 25 a 49 anos, 51,1%. 
     E a rotatividade entre os jovens, antes pesadelo das empresas, começou a cair. Segundo dados do Ministério do Trabalho, em 2011, o índice entre os jovens de 18 a 29 anos que mudavam frequentemente de emprego era de 55%, ante 44% entre toda a população empregada formalmente. O cenário, entretanto, mudou, com a redução no ritmo de criação de vagas ao longo de 2014. No ano passado, o índice de rotatividade nesse grupo foi de 49%, bem próximo do índice geral, de 44%.


O jovem no Brasil

A remuneração mensal - A remuneração é o principal item de satisfação dos jovens que trabalham: 17% deles dizem que a remuneração mensal é o fator número um de satisfação. A distribuição percentual, conforme a remuneração, é a seguinte:
27% - entre 1 e 2 salários mínimos
26% - até 1 salário mínimo24% - entre 2 e 3 salários mínimos19% - mais de 3 salários mínimos3% - não responderam1% - não é remunerado
57% - Parte do que ganham entra no orçamento familiar
30% - Ganham só para si
9% - Tudo o que ganham entram no orçamento familiar
3% - Não responderam
34% - 8 horas
14% - 6 horas
13% - de 1 a 5 horas
13% - 11 horas ou mais
10% - 10 horas
9% - 9 horas
6% - 7 horas
2% - outras respostas/não responderam
34% - até seis meses
25% - de seis meses a 1 ano
22% - mais de 2 anos
14% - de 1 ano até 2 anos
6% - não responderam
15% têm carteira assinada
15% trabalham por conta própria em ocupação temporária
5% estão em outras situações
3% trabalham por conta própria em ocupação regular
2% são universitários e trabalham como autônomos
2% são funcionários públicos
2% trabalham para a própria família, sem remuneração fixa
1% é de estagiários
Treinamento como esse já ocorre na Suíça e em Liechtenstein desde o início dos anos 70, e já formou mais de 70 mil alunos.
O destino do salário
A jornada de trabalho
O tempo atrás do emprego
Jovens brasileiros com formação têm mais sucesso
Para os jovens que têm alguma ocupação ou profissão, a realidade é menos dura: embora somente 41% tenham sido absorvidos pelo mercado formal de trabalho, 82% do universo estão de alguma forma trabalhando e conseguindo remuneração mensal fixa ou variável. Segundo a pesquisa, para 79% dos 1.806 jovens entrevistados, apenas ter um emprego já é motivo de satisfação. Vejamos a distribuição dos entrevistados de acordo com o vínculo empregatício:
37% não têm carteira assinada
Escola de presidente 
O mundo precisa que jovens de todos os níveis e em todas as profissões ocupem seus lugares entre nas empresas. 
O mesmo jornal Valor Econômico publicou uma notícia que dá conta de que, pelo menos uma escola no Brasil está preocupada com a absorção dos jovens pelo mercado de trabalho. É a Escola Suíço-Brasileira, mantida pela Fundação Ernst Schmidheiny. Para um trabalho de educação da economia, durante uma semana no mês de maio, 37 alunos com idade entre 17 e 18 anos conviveram com os principais executivos das grandes empresas suíças no Brasil para estudar problemas de seis empresas fictícias. Primeiro tiveram noções básicas de finanças, marketing e recursos humanos, depois tiveram que tomar 50 decisões que diziam respeito ao destino das empresas e dos funcionários. No dia seguinte, um programa de computador informava o que teria acontecido com as empresas se as decisões tivessem sido adotadas.




Dia 01/09 é o dia que mais jovens se suicidam no Japão.

Confira toda a matéria aqui!



 Medo: pico sombrio nas estatísticas está relacionado com a volta às aulas após as férias de verão

Hoje é um dia trágico no Japão. Mais estudantes japoneses cometem suicídio no dia 1 de Setembro do que em qualquer outro momento do ano. É o que mostram dados compilados ao longo de quatro décadas pelo gabinete de prevenção de suicídio do país.
O pico sombrio nas estatísticas está relacionado com a volta às aulas após as férias de verão — em média, 131 mortes de menores de 18 ocorreram nesta data nos últimos 40 anos, destaca o jornal Japan Today
O Japão tem uma das maiores taxas de suicídio do mundo, que é a principal causa de morte de pessoas com idade entre 15 e 39 anos.

E o corte de idade anda cada vez menor.  No ano passado, pela primeira vez, o suicídio foi a principal causa de morte de pessoas entre 10 e 19 anos.
Em geral, os jovens acabam preferindo (literalmente) a morte à escola por medo de sofrer abusos dos colegas e pela pressão excessiva por bons resultados acadêmicos.
Na tentativa de mitigar o problema, alguns colégios do país usam as redes sociais para mandar mensagens "positivas" e inusitadas para os alunos. A redeBBC ressalta, por exemplo, o post feito por uma bibliotecária de uma escola na cidade de Kamakuraas: 
"O segundo semestre está quase chegando. Se você está pensando em se matar porque você odeia tanto a escola, por que não vêm até nós? Temos quadrinhos e romances iluminados. Ninguém te mandará embora se você quiser passar o dia todo aqui. Lembre-se de nós como o seu refúgio, se você está pensando em escolher morte ao invés de escola em setembro", escreveu a funcionária. 
Ainda de acordo com a BBC, cerca de 90% das crianças entrevistadas em pesquisa recente do governo disseram que já foram alvo de bullying ou o praticaram.
Ao longo dos anos, a soma destes episódios trágicos ganham contornos verdadeiramente sombrios. Um total de 18,048 jovens menores de 18 anos tiraram sua própria vida entre 1972 e 2013, lembra a americana CNN

As principais causas de demissão no Brasil

São Paulo - Uma pesquisa da consultoria Robert Half mostrou os motivos que levam empregadores a ordenarem demissões no Brasil. Segundo os diretores de recursos humanos ouvidos pelo estudo, a principal razão para desligar um funcionário é o fraco desempenho no trabalho.
"O principal recado que fica para o profissional é que as empresas estão cobrando resultados mais do que nunca", diz Caio Arnaes, gerente sênior da Robert Half. O baixo nível de performance ficou no topo do ranking, com 34% das respostas.
Problemas associados ao comportamento do funcionário apareceram em seguida. Falta de aderência à cultura da empresa e dificuldades de relacionamento com a equipe foram questões citadas por 26% e 16% dos entrevistados, respectivamente.

Segundo Caio, mesmo os problemas pessoais, não associados à capacidade técnica do profissional, acabam resvalando na produtividade do funcionário. "Se você não combina com a maneira de ser da empresa ou não se dá bem com as outras pessoas, dificilmente terá uma boa performance", afirma ele.
Veja abaixo a tabela com as razões mais comuns para que empregadores demitam um funcionário:



DROGAS X MERCADO DE TRABALHO!

O uso de drogas não só afeta o organismo e a vida pessoal dos jovens, mas também afeta na carreira profissional no mercado de trabalho prejudicando-o no seu desempenho fazendo assim com que ele não se adapte ao ambiente de trabalho.

A quantidade de pessoas que estão usando "drogas" está aumentando, incluindo Jovens,Adultos,Homens,Mulheres e Crianças de todo o Brasil.
Veja a planilha abaixo,que mostra a porcentagem de usuários no Brasil.


Para ler a matéria completa clique no link abaixo:

Escola do sertão pernambucano tem boa classificação no exame

Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, ficaria orgulhoso de saber: a Escola de Referência em Ensino Médio Barão de Exu ficou em quinto lugar na classificação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por Escola. Com o resultado, divulgado no mês passado, a escola deu orgulho à cidade de aproximadamente 35 mil habitantes, localizada no sertão pernambucano, terra natal do compositor.
“É o trabalho de uma grande equipe. São professores, servidores administrativos, coordenadores, enfim, muita gente que vem trabalhando em prol da melhoria da qualidade de ensino”, afirmou Prociana Ferreira da Silva, diretora da escola. “Quando vimos esse resultado, foi muito gratificante. A escola, na verdade, é uma comunidade, com pais e a população envolvida. Foi um orgulho geral.”
A instituição obteve a colocação no grupo das escolas com mais de 90 alunos, dos quais mais de 80% tenham cursado todo o ensino médio no local, além de ter nível socioeconômico baixo ou muito baixo.
De acordo com a diretora, o sistema de avaliação interdimensional desenvolvido na escola permitiu a melhoria no desempenho. “Isso auxilia o trabalho de todos os professores. É importante para o aluno se conhecer, entender seu papel dentro do meio social e como são construídas as relações em geral”, explicou. Todos os anos, cada aluno é convidado a desenvolver seu projeto de vida. Com o material, é possível conhecer pessoalmente cada um dos 480 alunos e direcionar o aprendizado.
Wilton Carvalho, de 16 anos, prepara-se para o Enem incluindo os estudos em sua rotina diária e também nos fins de semana. “Gosto muito do ambiente, dos professores; eles nos ajudam a construir o futuro”, diz o estudante, que mora com o pai, agricultor aposentado.
Além das matérias normais, os alunos aprendem dança, esportes e oficinas de arte, que vão do cordel às artes cênicas. Em 2014, cerca de 70 alunos da Escola Barão de Exu foram aprovados no vestibular de universidades públicas e também na rede particular de ensino.

Profissão é tema escolhido do programa Jovens do Brasil

 Veja o vídeo clicando no link abaixo:


                                                             

                                                                                                                                                                             http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/11/profissao-e-tema-do-jovens-do-brasil.html

Aumenta o número de jovens que não querem trabalhar e nem estudar no Brasil, segundo IBGE.

De acordo com o IBGE, em 2013, um a cada cinco jovens brasileiros (20,3%) não trabalhava nem estudava. O perfil do chamado "nem-nem" mostra que ele tem geralmente escolaridade menor em relação aos outros jovens e 44,8% deles vivem em famílias com renda de um quarto do salário mínimo por pessoa, na condição de filho. Quanto à localização, a maior parte dos representantes dessa "geração" está concentrada no Nordeste do País. Confira alguns dados na tabela abaixo:

Clique na imagem para ampliá-la.

Para ler a matéria completa, acesse o link abaixo:

Novas modalidades diversificam os esportes e caem no gosto dos jovens

Uma das opções é a prática do slackline. Já quem pretende pegar mais pesado no treino, a dica é o cross fit [...]

Têm dias em que reunir forças para fazer exercício é um martírio. Nesses momentos começam as desculpas, como o ambiente da academia que fica chato, a chuva e o frio, que atrapalham os exercícios ao ar livre. Nenhuma das atividades convencionais animam, mas saiba que é possível mexer o corpo brincando. Novos esportes conquistam cada vez mais adeptos.

No inverno, o céu está cinza, o mar já não é tão calmo e a água, sempre quente, fica mais fria. O sol foi embora e a chuva está quase chegando, mas tem gente que nem liga para o clima. Não importa se está quente ou frio e se tem sol ou chuva. Qualquer temperatura é perfeita para praticar esportes e se divertir.

A galera do slackline que o diga. Todos os dias eles estão se equilibrando na fita. No início pode parecer difícil, mas quem pratica garante que em uma semana já é possível caminhar de um lado para o outro.

“Na primeira vez que eu coloquei o pé tremia muito. Só ficava balançando. Eu não conseguia subir. Aí, tive o interesse de comprar um e passei as férias inteiras treinando. Então, consegui”, diz a estudante Isabela Silva.

Quem não quer arriscar levar chuva na praia tem outras opções. Pode fazer acrobacias em um tecido amarrado em um ponto a quatro metros do chão.

A estudante Carolina Guerra tem 13 anos. Ela ainda não faz as acrobacias mais complicadas, mas já se diverte nas alturas. “O que eu mais gosto são as quedas nos movimentos. São as mais legais”, diz.
As acrobacias fortalecem os músculos e tonificam, mas quem pretende pegar mais pesado tem a opção do cross fit. O treinamento exige que cada um teste seu próprio limite.

Há três meses o empresário André Amorim decidiu sair da academia e procurar uma atividade menos monótona. “Eu acredito que a academia segue um padrão e aqui não tem rótulo. Todo dia é uma coisa diferente e isso motiva”, diz.



IBGE: 75 mil adolescentes fumam maconha e 15 mil usam crack no Brasil

Os números que aumentam na taxa de usuários de drogas, diminuem na taxa de trabalhadores. O motivo disso é que a partir do momento que se tornam escravos deste vicio, perdem a disposição, o interesse e a sua capacidade não só física mas também mental.
      Veja abaixo dados de uma pesquisa feita pelo IBGE, que mostra essa triste realidade!

RIO DE JANEIRO – Aproximadamente, 75 mil alunos do último ano do ensino fundamental nas escolas brasileiras fumavam maconha e 15 mil fumavam crack no ano passado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2012.

Apesar dos números representarem 2,5% e 0,5%, respectivamente, dos cerca de 3,15 milhões de escolares do 9º ano, a situação serve de alerta para as autoridades e a sociedade como um todo, de acordo com o gerente de Estatísticas de Saúde do IBGE, Marco Antonio Andreazzi.
“Estamos falando de adolescentes, em sua maioria, entre 13 e 15 anos de idade, que frequentam a escola, que relataram ter usado essas drogas nos últimos 30 dias”, comentou. Ele demonstrou maior preocupação em relação ao crack. “Esse percentual de 0,5%, embora pareça bastante pequeno,  merece cuidado e análise mais aprofundada:  o crack é uma droga debilitante, que provoca o afastamento da escola, da família e do convívio social”, disse ele.

O estudo aponta que quase metade (45,5%) dos alunos nesse ano escolar tinha 14 anos de idade. Entre os entrevistados, 7,3% disseram ter experimentado algum tipo de droga ilícita como maconha, cocaína, crack, cola, loló, lança perfume e ecstasy. Desse total, 2,6% tinham menos de 13 anos. Deste total, 34,5%  haviam provado maconha e 6,4%, crack. O Centro-Oeste é a região com o maior percentual de alunos do 9º ano que haviam experimentado alguma droga, com 9,3%. A Região Nordeste aparece com o menor percentual. Analisando os resultados por capitais, o maior percentual foi encontrado em Florianópolis (17,5%), Curitiba (14,4%) e os menores em Palmas e Macapá (5,7% em ambas).

Em relação ao álcool, 50,3% dos entrevistados disseram ter experimentado uma dose de bebida alcoólica na vida e 26,1% disseram ter consumido álcool nos últimos trinta dias, com destaque para Porto Alegre (34,6%) e Florianópolis (34,1%). Os menores percentuais foram encontrados em Belém (17,3%) e Fortaleza (17,4%).

Cerca de 22% dos estudantes disseram ter sofrido pelo menos um episódio de embriaguez. No sul, esse percentual foi 56,8% e de 47,3% no Nordeste. A proporção das meninas (51,7%) foi maior que a dos meninos (48,7%). A forma mais comum de obter bebida alcoólica foi em festas (39,7%), com amigos (21,8%), ou comprando no mercado, loja, bar ou supermercado (15,6%). Outros 10,2% dos escolares adquiriram bebida alcoólica para o consumo durante o período considerado, na própria casa.

Outro dado revelado pela pesquisa no que se refere à saúde dos adolescentes é a queda no número de escolares que haviam provado tabaco nas capitais entre 2009 e 2012 (de 24,2% para 22,3%). Os dados mostram que 19,6% dos estudantes brasileiros do último ano do ensino fundamental haviam experimentado cigarro e 29,8% informaram que pelo menos um dos responsáveis era fumante. 89,3% dos escolares estudam em escolas que informaram possuir política sobre proibição do uso do tabaco.

Ao comparar os dados das pesquisas de 2009 e 2012, verificou-se que o percentual de escolares que fizeram uso de cigarros nos últimos 30 dias manteve-se estável, em torno de 6%. As cidades com maiores proporções de escolares fumantes no período foram Campo Grande com 12,4% e Florianópolis com 9,7%.

A ocupação dos jovens nos mercados de trabalho metropolitanos

Em 2005, no Distrito Federal e em cinco regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo) , a população jovem, entre 16 e 24 anos, somava 6,5 milhões de pessoas, correspondendo a 23,8% da população acima de 16 anos residente nestas áreas. Deste contingente, grande parte - 4,6 milhões - fazia parte da força de trabalho local, na condição de ocupados ou de desempregados. Em outras palavras, os jovens têm expressiva presença na População Economicamente Ativa (PEA) com mais de 16 anos, e representam um quarto dos trabalhadores (25,0%).
Em 2005, no Distrito Federal e em cinco regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo) , a população jovem, entre 16 e 24 anos, somava 6,5 milhões de pessoas, correspondendo a 23,8% da população acima de 16 anos residente nestas áreas. Deste contingente, grande parte - 4,6 milhões - fazia parte da força de trabalho local, na condição de ocupados ou de desempregados. Em outras palavras, os jovens têm expressiva presença na População Economicamente Ativa (PEA) com mais de 16 anos, e representam um quarto dos trabalhadores (25,0%).
Estas informações constam do Estudos e Pesquisas nº 24,  A ocupação dos jovens nos mercados de trabalho metropolitanos que o DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – elaborou com base nos dados das seis regiões onde, em parceria com Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), Ministério do Trabalho e Emprego/FAT e governos locais, realiza a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED). O estudo completo pode ser acessado na página do DIEESE.
Entre os ocupados com mais de 16 anos (15,2 milhões), os jovens representaram uma proporção de 20,7%, totalizando 3,2 milhões de pessoas. No entanto, quando se consideram os desempregados, a proporção é bem maior: entre os 3,2 milhões de desempregados acima de 16 anos nas regiões metropolitanas analisadas, 1,5 milhão de pessoas estavam na faixa etária entre 16 e 24 anos, o que significava 45,5% do total de desempregados acima de 16 anos.
A situação dos jovens ocupados, nas seis regiões pesquisadas apresenta variações dadas pelo poder aquisitivo de suas famílias, seu nível de escolaridade, o tipo de inserção no mercado de trabalho, se continua ou não estudando.
Um perfil geral indica que o jovem ocupado é do sexo masculino, possui ensino médio completo, tem dificuldade de conciliar trabalho e estudo, desenvolve suas atividades no setor de serviços, cumpre uma extensa jornada de trabalho (acima de 39 horas em todas as regiões analisadas), é assalariado e tem carteira de trabalho assinada. O rendimento é muito variável, situado entre um e dois salários mínimos.
Contudo, é nítida a desigualdade de oportunidades ocupacionais quando se leva em consideração o grupo de renda familiar a que pertence esse jovem ocupado. Notadamente, a realidade ocupacional dos jovens oriundos das famílias mais pobres situa-se muito aquém desse perfil, uma vez que a grande maioria apenas trabalha e não estuda, possui o ensino fundamental incompleto e recebe rendimentos médios inferiores a um salário mínimo. A realidade ocupacional dos jovens oriundos das famílias com melhor poder aquisitivo apresenta níveis superiores ao perfil médio esboçado – apesar de também revelar traços preocupantes como a extensa jornada de trabalho.
É clara a influência da condição de renda da família sobre o perfil ocupacional dos jovens e, a partir dessa constatação, é importante a elaboração de políticas públicas que, de um lado, promovam uma melhor distribuição da renda no País e, de outro, busquem o desejável equilíbrio entre a formação escolar e profissional e a inserção do jovem no mercado de trabalho.