Saúde e Segurança no Trabalho


O tema Saúde e Segurança no Trabalho (SST) ganha a cada dia maior visibilidade no cenário mundial, e o governo brasileiro se mobiliza para garantir um melhor ambiente de trabalho para os brasileiros.
Por isso o Ministério da Previdência Social criou o Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional – DPSSO, voltado especialmente para o desenvolvimento de políticas públicas que aprimorem a segurança, saúde e qualidade de vida no trabalho.
Segundo o artigo 19 da Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, “acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou pelo exercício do trabalho do segurado especial, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, de caráter temporário ou permanente”. Pode causar desde um simples afastamento, a perda ou a redução da capacidade para o trabalho, até mesmo a morte do segurado.
Também são considerados como acidentes do trabalho: a) o acidente ocorrido no trajeto entre a residência e o local de trabalho do segurado; b) a doença profissional, assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade; e c) a doença do trabalho, adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente.


ACIDENTES DE TRABALHO: JOVENS MERECEM ATENÇÃO ESPECIAL!

As estatísticas mais recentes disponíveis são claras. Em 2001 o número de acidentes no grupo dos trabalhadores com idades de “menos de 25 anos” quase iguala o grupo de “45 a 54 anos”. Efetivamente, no referido ano aquele grupo etário mais jovem ultrapassou os 43 mil acidentes, sendo 38 mortais. É um pesado tributo a que urge pôr fim ou, pelo menos, reduzir drasticamente.
Um relatório publicado em 2004 pela Agência Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho constata que os jovens trabalhadores com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos têm 50 por cento mais probabilidades de sofrer um acidente de que o trabalhador médio em países industrializados. Os autores do relatório chamam a atenção para o facto de que a maior parte dos jovens entra para o mercado de trabalho com pouca formação na área da prevenção dos riscos profissionais.
Esta realidade levou aquela Agência, representada em Portugal pelo Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (ISHST), a promover a divulgação de vários projetos de “Boas práticas” desenvolvidos em vários países europeus que procuram integrar a saúde e segurança do trabalho na educação. É o caso do Programa Nacional de Educação para a Segurança e Saúde no Trabalho (PNESST) coordenado pelo ISHST, que tem como objectivo promover e apoiar projetos de sensibilização e formação da comunidade educativa e inclusão de conteúdos de segurança e saúde no trabalho nos programas curriculares no sistema educativo e de formação profissional.
Quer a legislação nacional quer o normativo comunitário têm vindo progressivamente a preocupar-se com os jovens trabalhadores e, muito em particular, com os jovens menores de idade. No entanto, e para além do esforço de sensibilização e formação dos jovens para a prevenção, na escola e na formação profissional, é necessário que as empresas, e sobretudo as pequenas empresas, tomem medidas especiais no dia a dia de trabalho.
Especiais, porque, de facto, o jovem trabalhador tem características específicas, nomeadamente quando está a ingressar pela primeira vez no mundo do trabalho.
Há que considerar a sua maneira de encarar o risco, as competências adquiridas, o contacto “a sério”, e pela primeira vez, com o posto e o local de trabalho, a disciplina de horários, a utilização dos equipamentos de trabalho, a sua idade e constituição física e muitos outros aspectos que é necessário ter em conta na gestão do trabalho.
Podemos, assim, afirmar que o serviço ou o responsável pela saúde e segurança na empresa deve organizar um acompanhamento específico para os jovens trabalhadores. Nomeadamente:
Direção-geral de Estudos, Estatística e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. 1/2
Acolhimento na empresa e enquadramento no posto de trabalho dos jovens. De salientar o papel das chefias e dos serviços de segurança e saúde no trabalho, nomeadamente na avaliação de riscos;
Informação e formação sobre eventuais riscos e medidas de prevenção e proteção;
Exames de saúde previstos no Código do Trabalho, nomeadamente para os menores. A responsabilidade técnica da vigilância da saúde cabe ao médico do trabalho;
Atenção especial na eventual movimentação manual de cargas que deve ter em conta os pesos máximos estabelecidos na legislação3 e a idade do jovem. Utilizar de preferência os meios mecânicos. Caso o jovem tenha menos de 16 anos apenas pode desempenhar trabalhos leves.
Não distribuir aos jovens tarefas ou funções com riscos acrescidos ou que envolvam processos ou produtos perigosos. Para os jovens menores de 16 anos a lei referencia concretamente as atividades, processos e condições de trabalho proibidos4. Não devem ser estimulados, antes pelo contrário, comportamentos de risco do próprio jovem trabalhador.
Logo que possível, estabelecer uma situação estável e de segurança no emprego. O vínculo precário contribui para as condições de insegurança.
Daqui se depreende que a segurança e saúde dos jovens trabalhadores exige uma cultura preventiva na empresa e o efetivo funcionamento de estruturas de segurança e saúde no trabalho.
As medidas acima referidas parecem simples mas exigem uma gestão que integre a prevenção dos riscos profissionais. É a vida e integridade física e psíquica dos jovens trabalhadores que está em causa. A empresa e toda a sociedade perdem econômica e socialmente com os milhares de jovens que todos os anos entram nas estatísticas da sinistralidade laboral.
Para mais informações contacte o Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em w.ishst.pt
António Brandão Guedes
Gabinete de Comunicação e Imprensa Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho
Regulamentação do Código do Trabalho. Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho (art.º 245). Decreto-lei n.º 330/93, de 25 de Setembro. Regulamentação do Código do Trabalho. Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho (arts. 116 a 126). 2/2


Existe?




Pesquisa sobre empreendedorismo no Senac!



Foi realizada uma pesquisa entre os alunos do Senac, a qual 5 alunos responderam. Veja os gráficos correspondente a pesquisa.


Você sabe o que é empreendedorismo?















Você conhece algum empreendedor?















Você se acha um empreendedor?



















Você acha que o empreendedorismo é importante não só para o Brasil mas para o mundo?















Justificativas:
Porque é uma inovação, dependendo do que criarem pode gerar empregos ou uma melhora na qualidade de vida.


Porque acha importante haver jovens empreendedores?


















Você sabe quais são as principais características dos empreendedores?
Respostas:

Foco
Capacidade de inovar
Criatividade
Sonhar
Responsabilidade
Comunicação
Trabalho em equipe



Filho de migrantes do Nordeste abre marcenaria em São Paulo

 O programa “Pequenas Empresas e Grandes Negócios”conta a história de Jucielton José dos Santos. Ele é filho de família de migrantes do Nordeste. E hoje tem uma marcenaria e se orgulha de ser um empreendedor.

Impressora 3D faz balas de goma de formas variadas




As impressoras 3D já são uma tendência em todo mundo. Podem criar sapatos, carros e até casas. Agora, um modelo alemão imprime um produto mais simples, mas interessante: balas de goma em vários formatos.
A impressora demora entre 3 e 10 minutos para fazer as balas. Por enquanto, 12 desenhos diferentes de doce, com formatos de polvos, borboletas, corações e chaves, estão disponíveis.

Algumas das opções, como a do polvo, são tridimensionais. 
A princípio, é possível encontrar os doces na loja Magic Candy Factory, em Berlim. Lá, as guloseimas custam entre 5 e 10 euros. Ainda não há nenhuma informação sobre a chegada de operações, ou da venda da impressora, em outros países.

São Paulo terá uma semana de eventos de empreendedorismo e inovação!

Realizado em novembro, São Paulo Tech Week terá workshops e palestras para diversos tipos de empreendedores
A capital paulistana recebe entre os dias 03 e 09 de novembro a primeira edição da São Paulo Tech Week, semana destinada a realização de eventos relacionados a inovação e tecnologia em diversos locais da cidade.
Além do CASE, evento organizado pela Associação Brasileira de Startups, iniciativas atenderão a diferentes tipos de empreendedores.
“O empreendedor que já está em um nível mais engajado poderá ir a eventos específicos como o Fintech, e o Wearebles Festival. Já para o público que ainda está conhecendo a área teremos eventos mais atrativos como a Batalha de Robôs ou o X-Drones, onde será possível pilotar os equipamentos e conhecê-los melhor”, diz Michel Porcino, da São Paulo Negócios.
Outra característica do projeto é tentar aproximar as pessoas que normalmente não têm contato com o mundo da tecnologia. “Teremos o Rodada Hacker, por exemplo, que serão oficinas de programação destinadas a mulheres em 10 pontos da cidade durante o fim de semana. Outro evento interessante é o Arrastart, da Ong Arrastão, que levará palestras sobre tecnologia e empreendedorismo pra jovens de comunidades carentes”, afirma.
Segundo Guilherme Junqueira, da ABStartups, o principal objetivo da SPTW é colocar definitivamente a cidade no mapa mundial do empreendedorismo e da tecnologia. “Essa colaboração das iniciativas pública e privada é vital para o posicionamento global de São Paulo como cidade acolhedora desse tipo de empresas”, afirma.
Organizado pela São Paulo Negócios e pela Investe São Paulo, a SPTW conta ainda com 30 eventos promovidos pelo SEBRAE, além de parcerias com empresas como Samsung e Spotfy. Confira todas as informações sobre a iniciativa no site www.saopaulotechweek.com.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2015/09/sao-paulo-tera-uma-semana-de-eventos-de-empreendedorismo-e-inovacao.html