As principais causas de demissão no Brasil

São Paulo - Uma pesquisa da consultoria Robert Half mostrou os motivos que levam empregadores a ordenarem demissões no Brasil. Segundo os diretores de recursos humanos ouvidos pelo estudo, a principal razão para desligar um funcionário é o fraco desempenho no trabalho.
"O principal recado que fica para o profissional é que as empresas estão cobrando resultados mais do que nunca", diz Caio Arnaes, gerente sênior da Robert Half. O baixo nível de performance ficou no topo do ranking, com 34% das respostas.
Problemas associados ao comportamento do funcionário apareceram em seguida. Falta de aderência à cultura da empresa e dificuldades de relacionamento com a equipe foram questões citadas por 26% e 16% dos entrevistados, respectivamente.

Segundo Caio, mesmo os problemas pessoais, não associados à capacidade técnica do profissional, acabam resvalando na produtividade do funcionário. "Se você não combina com a maneira de ser da empresa ou não se dá bem com as outras pessoas, dificilmente terá uma boa performance", afirma ele.
Veja abaixo a tabela com as razões mais comuns para que empregadores demitam um funcionário:



DROGAS X MERCADO DE TRABALHO!

O uso de drogas não só afeta o organismo e a vida pessoal dos jovens, mas também afeta na carreira profissional no mercado de trabalho prejudicando-o no seu desempenho fazendo assim com que ele não se adapte ao ambiente de trabalho.

A quantidade de pessoas que estão usando "drogas" está aumentando, incluindo Jovens,Adultos,Homens,Mulheres e Crianças de todo o Brasil.
Veja a planilha abaixo,que mostra a porcentagem de usuários no Brasil.


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Escola do sertão pernambucano tem boa classificação no exame

Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, ficaria orgulhoso de saber: a Escola de Referência em Ensino Médio Barão de Exu ficou em quinto lugar na classificação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por Escola. Com o resultado, divulgado no mês passado, a escola deu orgulho à cidade de aproximadamente 35 mil habitantes, localizada no sertão pernambucano, terra natal do compositor.
“É o trabalho de uma grande equipe. São professores, servidores administrativos, coordenadores, enfim, muita gente que vem trabalhando em prol da melhoria da qualidade de ensino”, afirmou Prociana Ferreira da Silva, diretora da escola. “Quando vimos esse resultado, foi muito gratificante. A escola, na verdade, é uma comunidade, com pais e a população envolvida. Foi um orgulho geral.”
A instituição obteve a colocação no grupo das escolas com mais de 90 alunos, dos quais mais de 80% tenham cursado todo o ensino médio no local, além de ter nível socioeconômico baixo ou muito baixo.
De acordo com a diretora, o sistema de avaliação interdimensional desenvolvido na escola permitiu a melhoria no desempenho. “Isso auxilia o trabalho de todos os professores. É importante para o aluno se conhecer, entender seu papel dentro do meio social e como são construídas as relações em geral”, explicou. Todos os anos, cada aluno é convidado a desenvolver seu projeto de vida. Com o material, é possível conhecer pessoalmente cada um dos 480 alunos e direcionar o aprendizado.
Wilton Carvalho, de 16 anos, prepara-se para o Enem incluindo os estudos em sua rotina diária e também nos fins de semana. “Gosto muito do ambiente, dos professores; eles nos ajudam a construir o futuro”, diz o estudante, que mora com o pai, agricultor aposentado.
Além das matérias normais, os alunos aprendem dança, esportes e oficinas de arte, que vão do cordel às artes cênicas. Em 2014, cerca de 70 alunos da Escola Barão de Exu foram aprovados no vestibular de universidades públicas e também na rede particular de ensino.

Profissão é tema escolhido do programa Jovens do Brasil

 Veja o vídeo clicando no link abaixo:


                                                             

                                                                                                                                                                             http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/11/profissao-e-tema-do-jovens-do-brasil.html

Aumenta o número de jovens que não querem trabalhar e nem estudar no Brasil, segundo IBGE.

De acordo com o IBGE, em 2013, um a cada cinco jovens brasileiros (20,3%) não trabalhava nem estudava. O perfil do chamado "nem-nem" mostra que ele tem geralmente escolaridade menor em relação aos outros jovens e 44,8% deles vivem em famílias com renda de um quarto do salário mínimo por pessoa, na condição de filho. Quanto à localização, a maior parte dos representantes dessa "geração" está concentrada no Nordeste do País. Confira alguns dados na tabela abaixo:

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Para ler a matéria completa, acesse o link abaixo:

Novas modalidades diversificam os esportes e caem no gosto dos jovens

Uma das opções é a prática do slackline. Já quem pretende pegar mais pesado no treino, a dica é o cross fit [...]

Têm dias em que reunir forças para fazer exercício é um martírio. Nesses momentos começam as desculpas, como o ambiente da academia que fica chato, a chuva e o frio, que atrapalham os exercícios ao ar livre. Nenhuma das atividades convencionais animam, mas saiba que é possível mexer o corpo brincando. Novos esportes conquistam cada vez mais adeptos.

No inverno, o céu está cinza, o mar já não é tão calmo e a água, sempre quente, fica mais fria. O sol foi embora e a chuva está quase chegando, mas tem gente que nem liga para o clima. Não importa se está quente ou frio e se tem sol ou chuva. Qualquer temperatura é perfeita para praticar esportes e se divertir.

A galera do slackline que o diga. Todos os dias eles estão se equilibrando na fita. No início pode parecer difícil, mas quem pratica garante que em uma semana já é possível caminhar de um lado para o outro.

“Na primeira vez que eu coloquei o pé tremia muito. Só ficava balançando. Eu não conseguia subir. Aí, tive o interesse de comprar um e passei as férias inteiras treinando. Então, consegui”, diz a estudante Isabela Silva.

Quem não quer arriscar levar chuva na praia tem outras opções. Pode fazer acrobacias em um tecido amarrado em um ponto a quatro metros do chão.

A estudante Carolina Guerra tem 13 anos. Ela ainda não faz as acrobacias mais complicadas, mas já se diverte nas alturas. “O que eu mais gosto são as quedas nos movimentos. São as mais legais”, diz.
As acrobacias fortalecem os músculos e tonificam, mas quem pretende pegar mais pesado tem a opção do cross fit. O treinamento exige que cada um teste seu próprio limite.

Há três meses o empresário André Amorim decidiu sair da academia e procurar uma atividade menos monótona. “Eu acredito que a academia segue um padrão e aqui não tem rótulo. Todo dia é uma coisa diferente e isso motiva”, diz.



IBGE: 75 mil adolescentes fumam maconha e 15 mil usam crack no Brasil

Os números que aumentam na taxa de usuários de drogas, diminuem na taxa de trabalhadores. O motivo disso é que a partir do momento que se tornam escravos deste vicio, perdem a disposição, o interesse e a sua capacidade não só física mas também mental.
      Veja abaixo dados de uma pesquisa feita pelo IBGE, que mostra essa triste realidade!

RIO DE JANEIRO – Aproximadamente, 75 mil alunos do último ano do ensino fundamental nas escolas brasileiras fumavam maconha e 15 mil fumavam crack no ano passado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2012.

Apesar dos números representarem 2,5% e 0,5%, respectivamente, dos cerca de 3,15 milhões de escolares do 9º ano, a situação serve de alerta para as autoridades e a sociedade como um todo, de acordo com o gerente de Estatísticas de Saúde do IBGE, Marco Antonio Andreazzi.
“Estamos falando de adolescentes, em sua maioria, entre 13 e 15 anos de idade, que frequentam a escola, que relataram ter usado essas drogas nos últimos 30 dias”, comentou. Ele demonstrou maior preocupação em relação ao crack. “Esse percentual de 0,5%, embora pareça bastante pequeno,  merece cuidado e análise mais aprofundada:  o crack é uma droga debilitante, que provoca o afastamento da escola, da família e do convívio social”, disse ele.

O estudo aponta que quase metade (45,5%) dos alunos nesse ano escolar tinha 14 anos de idade. Entre os entrevistados, 7,3% disseram ter experimentado algum tipo de droga ilícita como maconha, cocaína, crack, cola, loló, lança perfume e ecstasy. Desse total, 2,6% tinham menos de 13 anos. Deste total, 34,5%  haviam provado maconha e 6,4%, crack. O Centro-Oeste é a região com o maior percentual de alunos do 9º ano que haviam experimentado alguma droga, com 9,3%. A Região Nordeste aparece com o menor percentual. Analisando os resultados por capitais, o maior percentual foi encontrado em Florianópolis (17,5%), Curitiba (14,4%) e os menores em Palmas e Macapá (5,7% em ambas).

Em relação ao álcool, 50,3% dos entrevistados disseram ter experimentado uma dose de bebida alcoólica na vida e 26,1% disseram ter consumido álcool nos últimos trinta dias, com destaque para Porto Alegre (34,6%) e Florianópolis (34,1%). Os menores percentuais foram encontrados em Belém (17,3%) e Fortaleza (17,4%).

Cerca de 22% dos estudantes disseram ter sofrido pelo menos um episódio de embriaguez. No sul, esse percentual foi 56,8% e de 47,3% no Nordeste. A proporção das meninas (51,7%) foi maior que a dos meninos (48,7%). A forma mais comum de obter bebida alcoólica foi em festas (39,7%), com amigos (21,8%), ou comprando no mercado, loja, bar ou supermercado (15,6%). Outros 10,2% dos escolares adquiriram bebida alcoólica para o consumo durante o período considerado, na própria casa.

Outro dado revelado pela pesquisa no que se refere à saúde dos adolescentes é a queda no número de escolares que haviam provado tabaco nas capitais entre 2009 e 2012 (de 24,2% para 22,3%). Os dados mostram que 19,6% dos estudantes brasileiros do último ano do ensino fundamental haviam experimentado cigarro e 29,8% informaram que pelo menos um dos responsáveis era fumante. 89,3% dos escolares estudam em escolas que informaram possuir política sobre proibição do uso do tabaco.

Ao comparar os dados das pesquisas de 2009 e 2012, verificou-se que o percentual de escolares que fizeram uso de cigarros nos últimos 30 dias manteve-se estável, em torno de 6%. As cidades com maiores proporções de escolares fumantes no período foram Campo Grande com 12,4% e Florianópolis com 9,7%.

A ocupação dos jovens nos mercados de trabalho metropolitanos

Em 2005, no Distrito Federal e em cinco regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo) , a população jovem, entre 16 e 24 anos, somava 6,5 milhões de pessoas, correspondendo a 23,8% da população acima de 16 anos residente nestas áreas. Deste contingente, grande parte - 4,6 milhões - fazia parte da força de trabalho local, na condição de ocupados ou de desempregados. Em outras palavras, os jovens têm expressiva presença na População Economicamente Ativa (PEA) com mais de 16 anos, e representam um quarto dos trabalhadores (25,0%).
Em 2005, no Distrito Federal e em cinco regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo) , a população jovem, entre 16 e 24 anos, somava 6,5 milhões de pessoas, correspondendo a 23,8% da população acima de 16 anos residente nestas áreas. Deste contingente, grande parte - 4,6 milhões - fazia parte da força de trabalho local, na condição de ocupados ou de desempregados. Em outras palavras, os jovens têm expressiva presença na População Economicamente Ativa (PEA) com mais de 16 anos, e representam um quarto dos trabalhadores (25,0%).
Estas informações constam do Estudos e Pesquisas nº 24,  A ocupação dos jovens nos mercados de trabalho metropolitanos que o DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – elaborou com base nos dados das seis regiões onde, em parceria com Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), Ministério do Trabalho e Emprego/FAT e governos locais, realiza a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED). O estudo completo pode ser acessado na página do DIEESE.
Entre os ocupados com mais de 16 anos (15,2 milhões), os jovens representaram uma proporção de 20,7%, totalizando 3,2 milhões de pessoas. No entanto, quando se consideram os desempregados, a proporção é bem maior: entre os 3,2 milhões de desempregados acima de 16 anos nas regiões metropolitanas analisadas, 1,5 milhão de pessoas estavam na faixa etária entre 16 e 24 anos, o que significava 45,5% do total de desempregados acima de 16 anos.
A situação dos jovens ocupados, nas seis regiões pesquisadas apresenta variações dadas pelo poder aquisitivo de suas famílias, seu nível de escolaridade, o tipo de inserção no mercado de trabalho, se continua ou não estudando.
Um perfil geral indica que o jovem ocupado é do sexo masculino, possui ensino médio completo, tem dificuldade de conciliar trabalho e estudo, desenvolve suas atividades no setor de serviços, cumpre uma extensa jornada de trabalho (acima de 39 horas em todas as regiões analisadas), é assalariado e tem carteira de trabalho assinada. O rendimento é muito variável, situado entre um e dois salários mínimos.
Contudo, é nítida a desigualdade de oportunidades ocupacionais quando se leva em consideração o grupo de renda familiar a que pertence esse jovem ocupado. Notadamente, a realidade ocupacional dos jovens oriundos das famílias mais pobres situa-se muito aquém desse perfil, uma vez que a grande maioria apenas trabalha e não estuda, possui o ensino fundamental incompleto e recebe rendimentos médios inferiores a um salário mínimo. A realidade ocupacional dos jovens oriundos das famílias com melhor poder aquisitivo apresenta níveis superiores ao perfil médio esboçado – apesar de também revelar traços preocupantes como a extensa jornada de trabalho.
É clara a influência da condição de renda da família sobre o perfil ocupacional dos jovens e, a partir dessa constatação, é importante a elaboração de políticas públicas que, de um lado, promovam uma melhor distribuição da renda no País e, de outro, busquem o desejável equilíbrio entre a formação escolar e profissional e a inserção do jovem no mercado de trabalho.


Jovens atuais são a maior força de trabalho da história brasileira, diz estudo

Rio de Janeiro – Os jovens brasileiros da atualidade são e serão a maior força de trabalho da história do país, tanto em nível absoluto quanto relativo, indica estudo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado hoje (22) no Rio.
Nos próximos dez anos, a população jovem, de 15 a 29 anos, chegará a cerca de 50 milhões de pessoas, representando 26% da população. Somente a partir de 2025, esse número começará a declinar, diz o estudo. O tamanho relativo fica muito próximo da média mundial. Os dados fazem parte do primeiro fascículo de uma série que será publicada ao longo deste e do meio do ano que vem.
O estudo também ouviu mais de 10 mil jovens em diferentes partes do país para saber quais são suas prioridades em uma lista que inclui 16 temas. Para a maioria dos entrevistados (85,2%), educação de qualidade é o principal anseio, seguido por serviços de saúde (82,7%) e alimentação de qualidade (70,1%). Ter um governo honesto e atuante é a quarta prioridade do jovem brasileiros (63,5%).O modelo de perguntas usado é da pesquisa My World da Organização das Nações Unidas (ONU)para subsidiar novas Metas do Milênio para depois de 2015.
O presidente do Ipea, Marcelo Neri, que chefia interinamente a Secretaria de Assuntos Estratégicos, explicou que essa onda de longa duração aponta desafios enormes em termos de políticas públicas, que ainda não são aplicadas de forma eficiente para os jovens. “Essa onda jovem vai durar dez anos, mas já vem de dez anos antes. O Brasil já está fazendo mudanças importantes em políticas públicas, mas ainda há muito o que se fazer nesse campo”, disse Neri.
“Essa pororoca jovem pede atenção. É preciso ouvir quais as prioridades desses jovens", acrescentou Neri. Segundo ele, mais do que políticas públicas de qualidade, ps jovens querem políticas adequadas às suas necessidades. Ele disse que as ações adotadas nos próximos dez anos serão decisivas para a economia e a política do país.
O subsecretário de Ações Estratégicas, Ricardo Paes de Barros, que coordenou o estudo, ressaltou que os próximos fascículos deverão aprofundar as demandas dos jovens e cruzar os dados com o que há de políticas públicas para esse setor. “Vamos cobrir a questão da educação e da distribuição de renda. Também estamos fazendo um levantamento completo de todas as políticas federais, estaduais, municipais, do terceiro setor. Vamos combinar essas demandas com as ofertas de políticas públicas para tentar identificar os gargalos e inadequações”, informou.
Barros, que considera dez anos um prazo razoável para correr atrás do tempo perdido, ressaltou que se, por um lado, o expressivo contingente de jovens pode gerar uma concorrência muito grande, por outro, com políticas acertadas, permite a interiorização da educação técnica e da superior, aumentamdo a especialização do conhecimento, entre outras vantagens.
Os pesquisadores ressaltaram que, embora a população jovem já tenha chegado a 30% da população, as taxas de mortalidade das gerações anteriores eram maiores que as da geração iniciada há cerca de dez anos, o que impedia que uma parcela dos jovens de então chegasse à idade economicamente ativa.
Edição: Nádia Franco

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Os Jovens de Hoje Em Dia

Ser jovem hoje em dia, é muito diferente de ser jovem na época dos nossos pais e dos nossos avós. O mundo mudou muito, e muitas coisas que existiam hoje já não existem mais. O que era moda, hoje é demodé. O que era sucesso, hoje é um clássico.

O mundo hoje é mais rápido, é mais tecnológico, é todo digital, interconectando uma aldeia global. Já não sabemos da vida da vizinha batendo um papo na janela. Os jovens de hoje, abrem o windows e vão direto para as redes sociais. Até os cafés agora também são virtuais.

Ser jovem hoje em dia, é mais moderno do que era anos atrás. Hoje em dia, é normal ver moça com moça, e rapaz com rapaz, mas bom mesmo seria se todos vivessem em paz, sem preconceito, discriminação e opressão. Vivemos o futuro, mas muitos jovens parecem viver como nos tempos dos nossos pais.

Apesar de muitas mudanças, tem coisas na vida do jovem de hoje em dia, que são como sempre foram e sempre serão. É na juventude que desbravamos o mundo, descobrimos quem somos e aprendemos com as experiências da vida, e vivemos aquilo que quando formos mais velhos vai ser a fonte da nossa sabedoria.

Podem mudar o mundo, surgir novas tecnologias, novos ídolos, novas modas, e um novo tudo, mas ser jovem vai ser sempre ser jovem, e as coisas que acontecem na juventude ficarão sempre marcadas pela vida inteira.




Pais jovens correm risco maior de saúde na meia idade, aponta estudo


Tornar-se pai antes dos 25 anos eleva risco de morrer na meia idade.
Estresse psicológico e econômico podem estar relacionados ao fenômeno.

Os pais de primeira viagem na casa dos 20 anos têm energia e agilidade para acompanhar o ritmo dos filhos pequenos, mas um novo estudo mostra que a paternidade precoce pode acarretar riscos mais tarde.
Um estudo de pesquisadores finlandeses revelou que se tornar pai antes dos 25 anos tem ligação com uma probabilidade maior de morrer na meia idade.
"Homens que têm filhos antes dos 22 anos têm uma mortalidade na meia idade claramente mais alta do que os homens que têm filhos mais tarde, com uma idade média de 25 a 26 anos", disse a doutora Elina Einio, da Universidade de Helsinque.

Embora a pesquisa não tenha analisado as causas prováveis do maior risco de morte em pais jovens, Elina acredita que a gravidez não planejada, o casamento precoce e o estresse psicológico e econômico da paternidade podem ser fatores.
"As descobertas de nosso estudo fornecem indícios da necessidade de apoiar pais jovens que lutam com as exigências da vida familiar de forma a incentivar comportamentos saudáveis e a saúde futura", afirmou Elina, que relatou os dados no periódico Journal of Epidemiology & Community Health.
Embora outros estudos tenham se concentrado no impacto da maternidade precoce, Elina e sua equipe analisaram dados de mais de 30.500 homens nascidos na Finlândia entre 1940 e 1950.
Cerca de 15% tiveram seu primeiro filho aos 22 anos, quase 30% se tornaram pais aos 24 e menos de 20% se encontravam nas faixas etárias dos 25 aos 26 anos, 27 aos 29 anos e 30 aos 44 anos.
Cerca de um de cada 20 homens morreu durante um período de monitoramento de 10 anos, sobretudo de doenças cardíacas e males relacionados à ingestão excessiva de álcool.
Os pesquisadores descobriram que os homens que se tornaram pais aos 22 anos têm 26% mais chance de morrer na meia idade do que pais de primeira viagem de 25 ou 26 anos.


Fonte:http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/08/pais-jovens-correm-risco-maior-de-saude-na-meia-idade-aponta-estudo.html


O jovem e mercado de trabalho

VEJA ABAIXO: 




"A juventude do século 21 é alienada?"

PEQUENO MUNDO

        "Uma geração sem livros, nem leituras". Assim o professor Geraldo Rodrigues, com sua experiência de antigo educador, definiu a juventude brasileira atual. O isolamento da mocidade estudiosa, que raramente lê, desde o livro ao jornal, tem sido descartado por outros educadores, em, tom de advertência. Todos veem a necessidade de criar-se na escola o hábito de leitura, como forma de acentuar o interesse comunitário e desenvolver o espírito crítico.
        Pesquisas já demonstraram que o universo vocabular do nosso estudante, mesmo em nível universitário, é pobre. Reduz-se a algumas centenas de palavras. Tão fortes parecem ser os apelos do mundo, em suas mensagens audiovisuais, que o jovem absorve informações passivamente, de modo vago e incompleto. Na escola e fora da escola mostram-lhe sobre o que pensar, mas não o estimulam a pensar. Acossado por uma gigantesca massa de informações, e incapaz de discernir o que é legítimo, o jovem tende, em geral, á indiferença, ao alheamento.
        A realidade brasileira lhe escapa, os acontecimentos do mundo não o instigam a um esforço mínimo de interpretação. Ele será um homem moderno na medida em que repete por mímica os conceitos em moda. Deixa de ser moderno, porém, no sentido do homem bem informado, com a capacidade de se exprimir bem e de formular ideias. Na sua carência de expressão e percepção, o jovem transforma-se em mero repetidor do que mal ouve e do que mal vê de relance.
        Vários serão os motivos que concorrem para isto, mas é certo que a raiz dos males está na incapacidade da escola em ensinar o estudante a pensar. Vê-se que as apostilas ameaçam substituir o livro. Em lugar do compêndio surge a cultura condensada, digestiva e quase sempre deformada. O estudante habitua-se a ler apenas o que lhe parece essencial. Não recorre ao livro como fonte de pesquisa, de investigação. Não complementa no livro a exposição feita na sala de aula. Deixa, em consequência, de informar-se extensivamente. Limitado nos seus elementos de aferição crítica, seu universo há de ser pequeno, e por aí medir-se-á fatalmente sua participação na comunidade.
        A tecnologia posta a serviço do ensino introduz por sua vez, o risco de limitar o livro e o professor, substituindo-os por processos audiovisuais. Desde a escola de Ensino Fundamental sente-se que não há por parte de mestres e diretores o empenho em gerar no aluno o hábito de leitura. São poucos os deveres que incluem leituras de livros, mesmo de livros especialmente resumidos com tais objetivos didáticos.
        As provas baseiam-se nos testes de múltipla escolha. Não há mais lugar para a dissertação que ensina a escrever, que apura o vocabulário, disciplina e amplia os meios de expressão do estudante. Não admira, pois. que estas condições, somadas a formas de vida familiares e comunitárias pouco propícias à intimidade e à reflexão, façam com que o jovem dos nosso dias não leia sequer jornais e revistas, tornando-se meio cego e meio surdo.







Estender a adolescência até os 25 anos, como querem psicólogos, é uma ideia infantil

Psicólogos sugerem que a adolescência deva ir até os 25 anos. Eles acreditam que estender o tempo de amadurecimento dos adolescentes faria com que eles se sentissem menos pressionados para serem adultos. Perceba como dizem, com outras palavras, que ser adulto é um horror, sintoma de alguma desgraça terrível. E quem vai discordar dos psicólogos?
Todo mundo conhece pelo menos um adulto com mais de 40 que se comporta como se tivesse 16. Os psicólogos chamam de adolescência tardia a fase que vai dos 18 aos 25. Para a fase da adolescência depois disso ainda não encontraram um nome apropriado.
A adolescência foi estendida porque os jovens pararam no tempo. Não existe muita diferença de comportamento entre um estudante do ensino médio e um universitário hoje. Para o professor de sociologia da Universidade de Kent, Frank Furedi (para O Globo), a medida de prolongar a adolescência só vai deixar os jovens ainda mais infantis. Não poderia concordar mais.
Na época em que Tom & Jerry é tirado do ar pelo Cartoon Network por se considerado politicamente incorreto, fica fácil de entender a infantilização a que o sociólogo se refere. Um dos compromissos mais curiosos de hoje é a superproteção aos jovens; desde tirar da frente deles palavras consideradas ofensivas em clássicos juvenis, como aconteceu com “As Aventuras de Huckleberry Finn”, até banir a venda de qualquer arma de brinquedo, mesmo aquelas coloridas que disparem jatos d’água, como aconteceu esta semana no Distrito Federal.
De cara surge um problema aí: os jovens viraram entidades com imunidades demais. De que serve tirar a responsabilidade de cima de indivíduos que passaram dos 18, para distribuí-la pelo resto da sociedade, em vez de deixar que o jovem adulto entre em confronto com a realidade do mundo?


No final, a responsabilidade por um adolescente acaba sendo dividia com todos, o que na prática significa que a responsabilidade não é de mais ninguém, nem dele mesmo.
Quando muito, a responsabilidade por um adolescente é dos pais. Mas faz tempo que esses não estão tão presentes; em seus lugares já podemos ver autoridades de ternos com caimento ruim que observam os filhos dos outros à distância, monitorando com canetadas e leis. Estender a adolescência é também estender o controle dessa gente. Já dizia Rousseau, se você não tem como estar presente na vida de seus filhos, melhor abandoná-los num orfanato mesmo – e alguns anos depois escrever um livro sobre educação infantil.
Todas essas medidas parecem baseadas na ideia de que a adolescência é uma fase maravilhosa, e que a espécie adolescente precisa ser preservada para a posteridade. Não precisa. Nenhuma fase é tão cretina quanto a adolescência. Nenhuma fase deveria passar mais rápido. A criança é infinitamente mais imaginativa e sensível. O idoso é muito mais inteligente e interessante. A adolescência reúne o pior da infância e do mundo adulto. Deus deixou bem claro para nos afastarmos o mais rápido possível dessa fase quando lhe conferiu as espinhas.
Ninguém consegue ser mais ridículo do que um adolescente, e aí não importa se ele tem 14 anos ou 56. Gente que simplesmente quer chamar a atenção sem ter nada para oferecer. Muitos até mais velhos do que eu; carentes, complexados, bipolares e, pior de tudo, com acesso a internet. Os piores erros do homem chegam ao clímax nesse período. Para que prolongar o martírio?

Não existe nenhum efeito prático de prolongar a adolescência a não ser dar mais tempo para que os jovens fiquem na fila do show de Justin Bieber. Prática que não deveria ser incentivada. Não alimente os bichos.

Jovens adultos, uma transformação necessária

Já percebemos que a vida está, em muitos aspectos, mais fácil. As tecnologias ampliam o acesso à novas experiências que, antes, eram restritas a poucos privilegiados. Diariamente somos atropelados por um turbilhão de informações, sempre com novos cenários, novas possibilidades, nos convidando e até nos obrigando a criar um novo olhar. Tudo é apresentado como novo e essa é a realidade mais vibrante que podemos usufruir, pois ela proporciona a percepção da juventude plena, intensa e frenética.  
Isso significa que ser jovem agora é, também, uma realidade dos adultos, aqueles que antes abandonavam a juventude quando descobriam as responsabilidades que as escolhas exigiam. Hoje, isso não acontece mais. O aumento na expectativa de vida transformou completamente esse cenário. Surge, assim, o “jovem adulto”, afinal, agora todos queremos ser jovens, e fazemos escolhas que sustentam essa condição.
Como ficam, então, os jovens de idade? Aqueles que ainda não viveram tantas situações e não dispõem de um grande arsenal de experiência?
Esse é o grande desafio da atualidade, na qual cinco gerações diferentes precisam conviver, alinhando valores, costumes e expectativas diversas. Nessa realidade, os principais atores são justamente os jovens da Geração Y. Eles já percebem que as consequências de suas escolhas são absolutamente individuais e, por isso, devem se responsabilizar por cada decisão que tomam, afinal, eles estão ficando “adultos” também.
Contudo, essa transformação não é muito simples, pois os “adultos” de hoje persistem em continuar na juventude, provocando, com essa atitude, um efeito colateral, em que o próprio jovem adia a sua transição, mantendo o status anterior de adolescência. A principal consequência para esse cenário é a imaturidade que observamos nos profissionais.
Falta engajamento com os projetos, competência técnica e, principalmente, visão estratégica com a própria carreira, reduzindo as expectativas profissionais a um conjunto de benefícios financeiros de curto prazo. Isso precisa mudar com urgência, afinal, são os jovens que devem comandar as transformações do mundo.
Para que isso aconteça, precisamos que os “jovens adultos” se adaptem à singularidade do momento atual e transformem-se em mentores, promovendo e permitindo que os mais inexperientes possam enfrentar seus próprios desafios, ou seja, falhar e aprender com os seus erros.
Seja um jovem adulto. Isso é sedutor, vibrante e muito recompensador, mas lembre-se que essa condição traz novas responsabilidades e um novo papel – o de preparar as novas gerações de jovens.



Geração Y: o que os jovens buscam no mercado de trabalho?

A chamada geração Y, composta pelos nascidos entre os anos 80 e 90, chegou com força total ao mercado de trabalho, em uma época de muitos avanços tecnológicos e digitais. As características mais marcantes desses jovens são a pressa, a impaciência, desejo de empreender, inovar, construir uma carreira de sucesso – e que isso aconteça rápido.
Eles também preferem ambientes informais e geralmente são inquietos, ansiosos, fazem muitas coisas ao mesmo tempo. É comum encontrá-los ouvindo música, assistindo TV, batendo papo em chats e escrevendo um trabalho para escola. TUDO AO MESMO TEMPO.
Eles desejam aprender adquirir experiências e quando percebem que não tem mais o que aprender num local, eles rapidamente partem para outro. As empresas não precisam esperar gratidão por ter ensinado algo, como acontecia com a geração X.
Se as empresas souberem lidar com essa geração, terá grandes aliados para alcançar efeitos excelentes, pois eles são mais preocupados com resultados – resultados rápidos – tanto para empresa, quanto para o seu próprio desenvolvimento. Eles desejam crescer tão rápido que muitas vezes suas altas expectativas se tornam em grandes frustrações, o que faz com que muitas vezes encontremos jovens de 30 anos desmotivados e desanimados com a carreira.
Em meio a tantas oportunidades, muitos deles não encontram um foco a seguir, um plano de carreira e de desenvolvimento claro e objetivo aliado a uma liderança adequada poderá solucionar os problemas citados acima.
É essencial que esteja claro o que a empresa espera deles, saber para onde estão indo, o que precisam fazer para chegar a “próxima fase” de um projeto ou serem promovidos.
Também se faz necessário ter paciência com erros cometidos, pois eles costumam ser muito críticos consigo mesmos quando se trata de falhas. Se os erros tiverem mais destaque do que seus acertos, ele facilmente se desmotivará.

Enfim, com mudanças simples é possível desenvolver os jovens colaboradores em aliados para a prosperidade da empresa.



Fonte : http://www.agoramt.com.br/2015/04/conectado-no-rh-geracao-y-o-que-os-jovens-buscam-no-mercado-de-trabalho/